• A gente já falou aqui sobre a revolução que aconteceu nas campanhas eleitorais depois de 96, com o advento dos comerciais.
• Vou começar a postar alguns exemplos, em geral de campanhas que eu coordenei, sobre o uso destes materiais.
• Em primeiro lugar é importante estar atento à mídia. Ou seja, a o que você vai veicular aonde.
• Vamos lá: têm momentos em que ninguém tá a fim de ouvir discurso e muito menos gritaria. No rádio, à noite, no intervalo do desenho animado…Mas ao mesmo tempo a gente tem que cumprir tarefas de comunicação da campanha. É aí que entram algumas opções mais leves, como os jingles, que quando bem feitos têm um efeito (sem trocadilho!) vital.
• Ah, antes que comece a patrulha. Tudo que esse blog aqui não vai é fazer política partidária, nem contra nem a favor de ninguém. Tudo o que esse blog vai fazer é passar um pouco da minha experiência de marketing eleitoral, comunicação, jornalismo e tudo mais que eu sei nessa vida.
• Então, vamos ao jingle da In Sonoris (aqui transformado em filme para TV pela Deiró, dentro das regras da campanha de 2006, ou seja, sem trucagem ou montagem, mas uma solução cênica que funcionou muito bem ). E mais uma vez repito: não é NADA pessoal, é apenas um bom exemplo:



Muito bacana. Parabéns pelo blog.
abs,
João Pedro